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Respeito não se Impõe

  • 24 de abr.
  • 1 min de leitura

BOM DIA!


Grupo em reunião: alguns falam ao mesmo tempo, enquanto uma pessoa se expressa com clareza, simbolizando respeito e equilíbrio na comunicação.

Respeito não está no grito, nem no silêncio que apaga a própria presença. Ele nasce no equilíbrio, no ponto em que a pessoa consegue se posicionar sem invadir e, ao mesmo tempo, não se anular.


É saber quando falar, quando escutar e como sustentar quem se é sem transformar cada espaço em palco. Nem toda voz precisa de volume. Algumas precisam apenas de consistência.


Vivi isso numa reunião de trabalho na semana passada. Tinha alguém que falava o tempo todo, outro que interrompia, um que ocupava cada brecha. E havia quem falava menos, mas com clareza. Quando este último se posicionava, todos escutavam. Não porque falava mais alto, mas porque fazia sentido.


Um conhecido meu, o André, viveu algo parecido. Em uma equipe nova, ele tentava se impor falando mais do que os outros. Achava que precisava provar presença o tempo todo. Com o tempo, percebeu que isso gerava resistência. Ajustou a postura. Passou a ouvir mais, falar com objetividade e só quando tinha algo relevante a contribuir. Não demorou para que sua opinião passasse a ser mais considerada.


Respeito funciona assim. Não se constrói no excesso, nem na ausência. Se constrói na coerência entre o que se diz e o que se faz.

Quem exagera perde força. Quem se omite perde espaço. Quem se contradiz perde credibilidade.


Mas quem encontra o equilíbrio, permanece.


No fim, respeito não se impõe. O respeito se constrói e, quando é verdadeiro, se sustenta sozinho.


Gratidão sempre

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